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Angola: euroAtlantic faz hoje voo para repatriar brasileiros

De acordo com a mesma nota, a primeira etapa do voo da euroAtlantic inicia-se no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, em Luanda

Acompanhia aérea euroAtlantic faz hoje um voo de repatriamento de cidadãos brasileiros que trabalhavam em Angola, anunciou a empresa em comunicado, sem adiantar o número de passageiros.”A partir de Angola, também um país da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP)[tal como o Brasil], face à crise do novo coronavírus, um dos Boeing B767-300ER da frota da euroAtlantic vai realizar para a Realvitur Angola, um operador turístico e agência de viagens, uma operação de repatriamento de cidadãos brasileiros, que mantinham atividade laboral em Angola”, informa em comunicado a companhia aérea portuguesa.

De acordo com a mesma nota, a primeira etapa do voo da euroAtlantic inicia-se no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, em Luanda, capital de Angola, e depois de passar pelo Aeroporto Internacional do Recife-Guararapes, tem como destino final o Aeroporto Internacional de São Paulo.

A euroAtlantic adianta que “tem uma forte relação histórica com o Brasil e a sua indústria da aeronáutica, incluindo o segmento da engenharia e manutenção, estando a desenvolver esforços para estender as suas operações ao mercado brasileiro”.

Segundo o boletim do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC) de sexta-feira, Angola somava 19 casos confirmados de covid-19 e duas mortes.

O Brasil atingiu também na sexta-feira um recorde diário de 217 mortos e 3.257 novos casos de infeção pelo novo coronavírus, totalizando 2.141 óbitos e 33.682 infetados desde que a pandemia chegou ao país, informou o executivo.

A nível global, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 150 mil mortos e infetou mais de 2,2 milhões de pessoas em 193 países e territórios. Mais de 483 mil doentes foram considerados curados.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa quatro mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), encerraram o comércio não essencial e reduziram drasticamente o tráfego aéreo, paralisando setores inteiros da economia mundial.

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