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Cartilhas da Fiocruz orientam pais, mães e cuidadores sobre desenvolvimento infantil

Duas cartilhas da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) foram lançadas para orientar pais, mães e cuidadores sobre o desenvolvimento das crianças brasileiras. O projeto é uma parceria entre a Área de Atenção Clínica ao Recém Nascido do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira e as responsabilidades técnicas de fonoaudiologia e terapia ocupacional.

Os informativos contam com dicas de interações e brincadeiras indicadas para cada faixa etária. Para bebês de quatro a seis meses, a orientação é que sejam apresentados livros de tecido, pedaços de pano, bichinhos, argolas, pequenos potes, bolas e cubos, objetos espelhados e sonoros para as crianças.

De acordo com a cartilha O bebê nasceu, e agora? Vamos brincar!, crianças adquirem habilidades motoras, cognitivas, sociais e emocionais com as brincadeiras. Além disso, também é trazida a informação de que, ainda no útero, os bebês desenvolvem os sentidos.

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Em outra cartilha, chamada O bebê cresceu, e agora? Do que vamos brincar?, é mostrado como o desenvolvimento infantil e a linguagem também estão diretamente ligados ao ato de brincar. Sendo assim, correr, pular, passar obstáculos, encontrar soluções para os desafios, aprender a contar, conhecer cores, se comunicar, entender seus sentimentos e interagir são fundamentais no momento de diversão para ajudar no desenvolvimento.

Segundo as informações, crianças de até dois anos aprendem através da observação e da imitação. Brincadeiras de identificar e nomear as partes do corpo, objetos e animais e de fazer sons e incentivar que a criança imite são indicadas.

Porém, crianças entre sete e oito anos se interessam mais por jogos com regras, englobando cada vez mais o mundo adulto. Sendo assim, é importante que sejam feitas brincadeiras focadas nesse tipo de divertimento mais “sério”.

As cartilhas podem ser acessadas por meio dos seguintes links: https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/47853 e https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/47852.

Edição: Rebeca Cavalcante